sexta-feira, 18 de junho de 2010

A Medicina Medieval (Resumo 2) - Disciplina História da Enfermagem

A Medicina Medieval

A Medicina Medieval cresceu ligada a Igreja, sendo fortemente influenciada pelas convicções religiosas que denominavam o cenário. Iniciou-se com a queda do Império Romano do Ocidente, em 476, e tendo seu fim assinalado pela queda do Império Romano do Oriente. Os religiosos assumiram o controle da arte de curar através de medicamentos e deixaram para os barbeiros, que já lidavam com a navalha, a arte de drenar abscessos e retirar pequenas imperfeições da pele. Já a Medicina Monástica era simples e praticada pelos monges que apenas conheciam a medicina popular, extraindo remédios das ervas medicinais cultivadas nos jardins dos mosteiros. O declínio da medicina monástica deu-se no século XXI, quando as autoridades eclesiásticas recearam que os monges estivessem por demais afastados de seus votos religiosos por razão de seus deveres médicos. No inicio do século XIII, as atividades médicas foram banidas dos mosteiros, passando o conhecimento medico da época a ser transferido para as escolas e universidades leigas. A partir dessa época, os hospitais floresceram em toda Europa, em especial pela influencia e interesse pessoal do Papa Inocêncio III, que fundou em 1204, um grande hospital em Roma. Os hospitais do Espírito Santo, como ficaram conhecidos, surgiram em diversas cidades: em Paris, o Hotel- Dieu, ao lado da Catedral de Nortre Dame; o hospital de São Bartolomeu e o Hospital de São Thomas, ambos em Londres. O primeiro centro medieval de Medicina leiga surgiu junto ao Mar Entrusco, numa estação de cura.Na escola de Salerno, ao sul de Nápoles, durante o século X, reuniu-se uma comunidade de médicos, professores, estudantes e tradutores, com a finalidade de criar a primeira faculdade de medicina do Ocidente .

Palavra-chave. Medieval. Medicina. Escola de salerno.

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